14 fevereiro 2017

CONHEÇA O MARAKUTHAI KUMBUKHA, NOVA CASA DA CHEF RENATA VANZETTO NOS JARDINS

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A chef Renata Vanzetto não para e depois do novo Me Gusta, aqui em São Paulo, ela acaba de anunciar mais uma novidade, o tradicional Marakuthai dos Jardins passou por uma reformulação, mudou de endereço e passou a se chamar Marakuthai Kumbukha!
O sobrenome veio dos famosos pratos da chef que são servidos em uma cumbuca como os currys e caldeiradas e agora se tornaram o foco do cardápio.

Permaneceram no cardápio o  Ceviche MeGusta (R$36), o Tiradito (R$33), o Laos (R$35) e os bolinhos Tak Tak (de cordeiro com batata doce - R$31), Fish Fish (de peixe com dill e gergelim - R$26) e o Khiri Khiri (de camarão com crosta de castanha de caju - R$28), que foi a nossa escolha.


Entre as kumbukhas estão a Asia, com tirinhas de frango no curry amarelo (R$32), a Kampuchea, com tirinhas de mignon no curry vermelho (R$52), a de avestruz com molho cremoso de cogumelos e shoyo (R$59) e a minha preferida, a Caldeirada de lulas e camarões (R$70).

Algumas kumbukhas acompanham arroz e farofa e são servidas nessa tábua de madeira,  apresentação é uma graça.

Outra novidade do novo Marakuthai Kumbukha é o Noodle Bar onde o cliente pode montar o seu próprio noodle a base de bifum com diversos ingredientes fresquinhos, eles podem ser consumidos como entrada ou prato principal, ambos com um valor bem legal (de R$15 a R$37).

Pros menos criativos há três sugestões de noodles prontos, escolhemos o delicioso Bangkok, que vem com camarão, manga, hortelã, pepino, cebola roxa, coentro, amendoim, óleo de gergelim, limão, molho de tamarindo, genbibre e pimenta. Tinha como ser ruim com esse tanto de coisa boa?!

O almoço durante a semana é bem concorrido graças ao ótimo menu executivo que sai R$48 e inclui entrada, prato principal e sobremesa. O menu é fixo, mas conta com opções variadas, inclusive algumas do menu principal.

Na hora da sobremesa fomos com outro clássico, a Santa Thereza (creme de iogurte, redução de frutas vermelhas, blueberry e macadâmia - R$23)

Marakuthai Kumbukha
Alameda Lorena, 1295 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01424-001
Telefone: (11) 3061-1015




13 fevereiro 2017

ROADTRIP LV, AZ, UT E CA - BRYCE CANYON NO INVERNO, VEJA OS HOODOOS COBERTOS DE NEVE.

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O Bryce Canyon se tornou conhecido graças as suas peculiares formações rochosas batizadas de hoodoos, que em português também são chamadas de chaminés de fada ou pirâmides de terra. Essas rochas com um formato meio cônico se formam graças a ação de uma forte erosão da água, que normalmente resulta da neve, sobre um terreno com composição heterogênea. Essas rochas são características de alguns lugares no mundo como a Capadócia, na Turquia e os parques nacionais Arches e Bryce Canyon, em Utah, nos EUA.


Mas apesar do nome, Bryce não é considerado um cânion, o parque é formado por algumas regiões com formato de um anfiteatro formadas por milhares de hoodos. Uma estrada panorâmica circula esses anfiteatros e nela estão diversos mirantes pra você admirar a impressionante paisagem.

Mas agora vamos as informação técnicas do parque e o que você precisa saber para realizar a sua visita!

O Bryce Canyon fica a aproximadamente 400km de Las Vegas e Salt Lake City. O acesso é fácil e o parque pode ser visitado durante o ano todo.

Tanto no inverno, quanto no verão uma serie de atividades podem ser realizadas no bryce canyon. Na estação mais quente hikings e passeios à cavalo são algumas opções, já no inverno há menos trilhas, mas a neve permite atividades como o ski crosscountry e snowshoeing. 

As temperaturas na região são extremas passando dos 30º no verão e chegando facilmente ate -20ºC no inverno, então vá preparado e com roupas adequadas. No fim de janeiro pegamos -8ºC durante o dia, com sol e -28ºC depois que o sol se pôs e só foi possível fazer o passeio confortavelmente porque estávamos com roupas adequadas. O que funcionou pra mim foi: duas leggings térmicas com interior de fleece e calça jeans, duas blusas térmicas, uma malha de lã e um casaco de ski com capuz por cima. Nos pés usei duas meias grossas e bota de trilha e foi tranquilo, e para arrematar coloquei com cachecol bem grosso pra esquentar bem o pescoço.


Para entrar é necessário pagar uma taxa de US$30 por carro com até 5 pessoas que da acesso ao parque por uma semana. O valor é pago nas cabines localizadas na entrada, não precisa nem descer do carro, e você ganhará um mapa e um jornal que conta toda a história da região.

O Bryce Canyon é o menor parque nacional dos Estados Unidos, então da pra explora-lo em bem pouco tempo, principalmente se você estiver de carro. Para fazer a rota panorâmica você vai demorar pouco mais de uma hora parando nos 4 principais mirantes para fotografar. Isso, é claro, pode variar muito, afinal as vistas são maravilhosas e da pra passar horas ali apreciando e fotografando. Quem gosta de trilhas também tem um prato cheio, principalmente no verão, nesse caso separe mais de um dia para visitar o parque, pois são muitas opções de trajetos.

Durante a alta temporada o parque oferece um shuttle gratuito que circula entre os mirantes, eles saem do Visitor's Center o funcionam o dia inteiro.

Durante o inverno algumas estradas podem fechar devido a neve, foi o que aconteceu conosco, diminuindo ainda mais o nosso tempo de permanência no parque.

Começamos nosso passeio no Inspiration Point. É só deixar o carro no estacionamento e cruzar uma pequena trilha de uns 30 metros para ter uma das vistas mais impressionantes do parque.





Depois seguimos para o Sunset Point, lá os mirantes são mais próximos dos hoodoos e a vista é ainda mais bonita que do Inspiration Point.




É do Sunset Point que saem as trilhas, mas como tinha muita neve eu não tive coragem de descer.




Infelizmente o Sunrise e o Bryce Point estavam fechados, mas isso não atrapalhou nem um pouco a nossa visita, mesmo vendo só dois pontos saímos embasbacadas com a beleza do local. Afinal, a neve nos tirou os mirantes, mas nos deu paisagens como essas!!




Nosso passeio durou quase uma hora e apesar de querer ficar mais, o sol começou a cair e a temperatura diminuiu muito, o jeito foi voltar pro aquecedor do carro e seguir para o Ruby Inn, o nosso hotel no Bryce Canyon que eu vou mostrar no próximo post.

10 fevereiro 2017

ROADTRIP LV, AZ, UT E CA - DE LAS VEGAS AO BRYCE CANYON

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Saímos cedo de Las Vegas em direção ao Bryce Canyon, são quase quatro horas de estrada cruzando três estados em direção ao norte. De Las Vegas pegamos o primeiro acesso para a I-15 e permanecemos nela por 209 milhas. Primeiro cruzamos as paisagens desérticas de Nevada, mas é quando entramos no Arizona que as vistas se tornam impressionantes.

Logo após a fronteira entre os dois estados a estrada atravessa enormes montanhas rochosas. O visual é realmente impressionante, nos sentimos minúsculos perto da imponência daquelas rochas!!


Em seguida entramos em Utah e já começamos a ver neve! Impressionante, a cada quilômetro rodado a temperatura caia mais, chegando até -15ºF durante a noite, o que da uns -25ºC.




Fizemos um pequeno desvio para abastecer em Cedar City e seguimos na I-15 até a saída para a UT-20, que cruza as montanhas e daí pra frente a estrada virou uma verdadeira winter wonderland!

A região é lindíssima e fica mais bonita ainda coberta de neve com tudo bem branquinho!

Da UT-20 entramos na UT-89 e como já era do almoço fizemos mais uma parada para comer. O destino foi a pitoresca Panguitch, uma gracinha de lugar que mais parecia ser uma cidade fantasma por ser dia 26/12. Cruzamos a rua principal da cidade até perceber que estava tudo fechado, então o jeito foi comer na pizzaria que ficava ao lado do posto de gasolina, só que como era o único local aberto estava lotado e nós tivemos que esperar mais de 1 hora pra pizza chegar, atrasando bem a nossa viagem!





Depois de Panguitch dirigimos só mais meia hora até chegar em Bryce. Percebemos que estamos chegando na região ao avistarmos as rochas laranja da  Dixie National Florest.


O que já é lindo normalmente fica mais bonito ainda com o contraste com a neve branca.

É na Dixie National Florest que a estrada atravessa as rochas formando lindos portais, aproveite para encostar um pouco por ali - tem um acostamento grande onde todo mundo para - para tirar lindas fotos!






Então é só continuar por mais uns 20 min e você já esta no Bryce Canyon!! Agora veja como foi a minha visita no próximo post!

08 fevereiro 2017

ROADTRIP LV, AZ, UT, CA - BRYCE CANYON, ZION, MONUMENT VALLEY E PAIGE, AZ

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No post passado já adiantei um pouco de como foi a primeira etapa da minha viagem, mas resumindo: eu tinha muitos dias em Las Vegas entre o Natal e o reveillon e eu decidi fazer uma mini roadtrip pra conhecer alguns destinos próximos. Como eu já conhecia o Grand Canyon, acabei optando por ir para Utah e Arizona e passar pelo Bryce e Antelope Canyon e o Monument Valley. A princípio era isso, mas algumas coisas não saíram como o planejado!

Saímos de Las Vegas bem cedinho graças ao fuso, rumo ao Bryce Canyon. São quatro horas de viagem, mas as paisagens são tão lindas que fomos obrigados a parar algumas vezes e acabamos demorando um pouco mais. Meia hora antes de chegar em Bryce a fome apertou e nós resolvemos parar para almoçar em Panguitch. A cidade é minúscula, tem apenas uma rua, praticamente, e acho que por ser o dia seguinte do natal, estava tudo fechado!! 

O jeito foi comer numa pizzaria dentro de um posto de gasolina, só que como ela estava abarrotada demorou mais de uma hora pra nossa pizza ficar pronta e o pior, quando chegou era minúscula, rsrsrs.

Devoramos a pizza e seguimos viagem, foi só mais meia hora até que começamos a avistar a linda Dixie National Florest e as suas lindas rochas laranjas.

É lá, quase na entrada do Bryce Canyon National Park que fica o famoso arco, vale parar e tirar uma fotinho!

Chegamos no Bryce Canyon umas 2 da tarde e ficamos por lá pouco mais de uma hora. O parque é lindíssimo e contei tudo sobre ele nesse post aqui. Conforme o sol foi baixando o frio foi aumentado e nós corremos para o hotel e só saímos de lá na hora do jantar.


No dia seguinte saímos cedinho do hotel rumo a segunda parte da nossa viagem no Arizona. Seguimos para o sul na US-89 que tem paisagens lindíssimas passando pelas montanhas nevadas até chegar no deserto. Cruzamos o Lake Powel e a Glen Canyon Dam e então chegamos ao nosso destino final: Paige, Arizona.

Paige é uma cidade bem pequena, mas como serve de base para vários passeios na região é bem movimentada. No verão sua principal atração é o Lake Powel e os resorts que ficam a sua volta e no resto do ano ela serve como ponto de partida para quem quer visitar o Antelope Canyon, a Horseshoe Bend e o Monument Valley.

Ao chegar na cidade fomos direto para a Horseshoe Bend, a famosa curva do Rio Colorado que parece uma ferradura. O lugar é lindo, mas bem lotado, vou contar tudo em um próximo post.

Em seguida o plano era ir pro Antelope Canyon, mas foi aí que as coisas começaram a dar errado. Quando pesquisei sobre o cânion antes da viagem descobri que haviam duas formas de realizar a visita, o Upper e o Lower Canyon. O primeiro é mais concorrido, mais caro e exige reserva com antecedência, já o segundo, por ter o acesso mais difícil, é bem mais vazio e não aceitava reservas. Me planejei pra visitar o Lower e estava tranquila, mas não me dei conta que tudo estaria lotado graças as férias de fim de ano, para essa época eles estavam sim aceitando reservas e já estava tudo lotado pelos próximos dois dias!

Fiquei extremamente frustrada, pois todo o ponto da viagem para Paige era visitar o Antelope Canyon, mas paciência, essas coisas acontecem e fica aí mais um motivo pra voltar pra essa linda região!

Decidimos, então, almoçar e correr até o Monument Valley.

São duas horas de estrada até lá cruzando o deserto e a fronteira entre o Arizona e Utah até chegar a Nação Navajo (o parque fica numa reserva indígena). As paisagens são lindíssimas, principalmente quando vamos nos aproximando nas lindas formações rochosas do parque.

Ao chegarmos lá encontramos uma enorme fila, já era umas 3 horas, então sabíamos que não teríamos muito tempo pra realizar a visita, mas estávamos esperançosas. Aguardamos um pouco e algumas pessoas começaram a sair da fila, não entendemos o que tinha acontecido, então fui lá perguntar e pra nossa infelicidade descobrimos que o parque estava lotado e só reabriria para visitação as 8 da manhã do dia seguinte!!

Expliquei que não teria como voltar no dia seguinte e nos autorizaram a entrar até o visitor's center, ainda assim teríamos que pagar a taxa de entrada de US$20, mas ela poderia ser utilizada caso nós decidíssemos voltar.

Topamos, afinal já tínhamos dirigido duas hora até lá, rsrs. E no fim não é que até valeu a pena?!

Essa era a vista do visitor's center! Nada mal né?

Normalmente a entrada do parque da direito a um percurso de 17 milhas com vários mirantes e o visitor's center fica bem no início dessa estrada, a vista dali já é incrível, então imagino o resto! Enfim, mais um lugar pra listinha dos que eu tenho que voltar.

Voltamos para Paige, onde passamos a noite, no dia seguinte cedo demos uma passadinha no Walmart e então seguimos para Vegas e foi aí que mais um imprevisto aconteceu, mas dessa vez foi um imprevisto bom!

O Waze estava dando 6 horas para Las Vegas, enquanto o gps do carro dava 4, na dúvida seguimos o carro e acabamos nos dando muito bem! O caminho era mais curto, pois pegava um atalho por dentro do lindíssimo Zion National Park. Tivemos que pagar US$30, mas esse foi o único ponto negativo, pois nos encantamos bom a beleza do parque e da estrada.


É claro, que as 4 horas, viraram 6, mas tudo bem, aproveitamos muito o dia e compensamos a baixa dos outros parques!! No fim tudo deu certo e chegamos em Vegas a tempo do teatro que havíamos reservado!

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