29 abril 2014

RESTAURANTES - SATAY, UM CHINÊS REFINADO

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Adoro comida oriental e sempre achei que faltava um local com a proposta do Satay em São Paulo, fazia tempo que eu estava louca para conhecer, demorei, mas finalmente fui! E já adianto que adorei, a começar pelo ambiente que é lindo, com decoração sóbria e elegante em madeira escura e leves toques orientais, mas o destaque, sem dúvidas, é o lindo bar em tom azul, a noite ele é iluminado e se torna o ponto focal de todo o restaurante, deixando o local bem aconchegante, perfeito para um jantar a dois.


Começamos nosso jantar com drinks da carta desenvolvida por Marcelo Serrano, o responsável pelo consagrado bar da outra casa do grupo, o Brasserie des Arts, são várias criações com toques orientais que usam ingredientes super inusitados, vale a pena provar! Escolhi um Shangai Mule, versão oriental do Moscow Mule que tanto faz sucesso no Brasserie, ele leva vodka, licor de umê, suco de limão siciliano e espuma de capim santo, meu namorado foi num drink a base de tangerina que eu infelizmente esqueci o nome, ambos estavam deliciosos e executados perfeitamente, ficamos só nesses dois, mas já estou louca para voltar e provar outros.


O menu do Satay foi inspirado em restaurantes como o Mr. Chow e o Hakassan e trás pratos com influencia cantonesa e de Cingapura, de onde vieram os chefs Kin Lee Lam (ex- restaurante Mr. Lam) e Low Kin, respectivamente. Os pratos servem mais de uma pessoa e foram pensados para que sejam compartilhados, como só estávamos em dois não conseguimos provar muita coisa, nesse aspecto vale a pena ir em um grupo maior e pedir vários pratos. E ao contrário do que muitos possam imaginar, os preços do Satay são bem razoáveis, em um jantar com entrada, prato principal, sobremesa e drinks, gastamos pouco mais de R$160 para o casal, valor ótimo perto dos praticados em São Paulo atualmente.

Mas vamos aos pratos, claro que para começar pedimos o prato que da nome ao restaurante, o Satay, espetinhos de frango servidos com um molho a base de amendoim.

Como principal estava planejando pedir o Pekin Duck, pato laqueado típico da culinária chinesa, mas como ele serve de 3 a 4 pessoas, optamos pelo Crispy Duck, um pato empanado crocante, que vem em uma porção menor para dois, ele é servido acompanhado de pequenas panquecas, pepino e cebolinha e molho hoisin, então é só montar as suas panquequinhas e comer!



Estava delicioso e o prato nos deixou mais que satisfeitos.

Confesso que a hora da sobremesa foi a que menos me empolgou, são poucas opções no cardápio e nenhuma muito apetitosa, mesmo assim escolhi uma torta mousse de pistache que deveria vir com sorvete de chá verde, a mousse não tinha muito sabor e o sorvete passou longe do chá verde. Depois descobri que existiam algumas opções fora do cardápio que não foram mencionadas pelo nosso garçom, não sei se eram melhores, mas pela minha experiencia a minha sugestão é: pule a sobremesa e peça mais um drink! ;)




Satay
Endereço: Rua Padre João Manuel, 1249 
Cerqueira César - São Paulo - SP

Telefone: (11) 3068 0169

28 abril 2014

ROTEIRO 8 DIAS EL CALAFATE E PATAGÔNIA

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Pra ficar mais fácil a busca pelos posts sobre a Patagônia e também para dar uma dica de roteiro achei legal fazer esse índice com as postagens em ordem cronológica e um resuminho do que eu fiz cada dia nessa minha viagem de fim de ano. Espero que ajude vocês!

Minha viagem durou 16 dias entre El Calafate e Buenos Aires, 8 dias em cada cidade, primeiramente nosso plano na Patagônia era ficar apenas El Calafate no hotel Design Suites El Calafate, mas depois decidimos visitar Torres del Paine e preferimos pernoitar em Puerto Natales para descansar.


19/12
Chegada em Buenos Aires.
Passeio pelo centro.
Jantar em uma parrilla.


20/12
Voo para El Calafate com atraso de 7 horas no aeroporto.
Chegada em Calafate.
Aluguel do carro.
Hotel Design Suites El Calafate.


21/12
Perito Moreno
Safari Náutico
Look Perito Moreno
Jantar no Los Amigos


22/12
Ida a Torres del Paine pela Ruta 40 - Parte I
Ruta 40 - Parte II
Torres del Paine
Pernoite em Puerto Natales


23/12
Puerto Natales
Volta a Calafate pela Ruta 40
Jantar no Parrilla Mi Viejo


24/12
Manhã no hotel.
Calafate Mountain Park.
Véspera de Natal no La Tratto.


25/12
Laguna Nimez
Tarde no centro.
Almoço no Casimiro Biguá e jantar no Isabel.

26/12
El Chaltén
Tour Glaciar Viedma
Almoço no Pangea.

27/12
Volta na cidade.
E voo para Buenos Aires.

Post extra:
O que vestir em El Calafate

25 abril 2014

PATAGÔNIA - TOUR DE BARCO NO GLACIAR VIEDMA

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Como contei para vocês no post anterior, o tempo terrível estragou os nossos planos em El Chaltén e nós acabamos em uma loja da Patagônia Aventura em busca de algo que pudéssemos fazer. A primeira intenção era o trekking no Glaciar Viedma, mas ele já estava esgotado então escolhemos um passeio de barco que se aproximava da geleira.

Escolhemos o Viedma Light com duração de 2:30hrs, no valor de 350$ por pessoa, vejam a descrição do site:

"Navegamos pelo Lago Viedma até chegar na frente do glaciar, de onde se observa o Cerro Huemul. A parte frontal do glaciar está composta por enormes geleiras e por paredes de gelo azuladas que se erguem a mais de 40 metros acima do nível do lago."


O site da Patagônia Aventura é ótimo e lá vocês encontram todas as opções de tour com os valores e horários.

 O barco saia de Bahia Túnel, localizado alguns quilômetros antes da entrada de El Chaltén, então saímos correndo da loja para chegar a tempo, pois já estávamos em cima da hora.


O passeio é feito em um catamarã super confortável, mas é legal se apressar na hora de entrar no barco para pegar um lugar legal próximo a janela. Como estávamos atrasados e estavam nos esperando para zarpar sentamos no fundo, mas ainda assim garantimos uma janela e deu para ver tudo e tirar várias fotos.



A navegação até o local de observação demora uns 40 minutos e no dia que eu fui a recomendação era permanecer na parte interna do barco pois o lago estava bem agitado por conta do tempo, depois de atracado nós poderíamos subir na parte de cima do barco. Uma guia vai explicando o funcionamento da geleira e no caminho já vamos nos impressionando com o tamanho do Glaciar Viedma, mas só ao chegar lá nós temos ideia da sua real altura!


O Viedma é a maior geleira do Parque Nacional Los Glaciares e da América do Sul, com um comprimento de 70 km de comprimento e 2,5 quilômetros de largura e 50 metros de altura que podem ser vistos dos barcos no Lago Viedma, a área total chega a 977 km ² ou seja ele é enorme! Achei bem mais impressionante que o Perito Moreno, mas a minha família não concordou comigo.
Outros fatores que diferem o Viedma e o Perito Moreno são a cor, já que em vez da coloração azul do PM, visto de cima o Viedma tem aparência acinzentada graças as cinzas do vulcão Lautaro, e o desprendimento de icebergs, que no Viedma acontece embaixo da água, motivo pelo qual os barcos não podem se aproximar muito.




Eu particularmente achei o Viedma monumental, é muito grande mesmo, principalmente se levado em consideração que ele é visto de uma distância muito maior que a do Perito Moreno. Outro ponto alto foi que na minha visita alguns icebergs haviam se desprendido a pouco tempo e estavam lá boiando com um tom de azul impressionante! Lindo demais.



Depois de um tempo parado em frente a geleira e circulando os icebergs o se dirige ao porto e durante o trajeto são servidos alfajores, chá e café, uma delicadeza muito bem vinda depois de quase congelarmos no topo do barco.


Adorei o serviço da Patagônia Aventura e super recomendo, inclusive achei o passeio bem melhor e mais bem organizado que os de Perito Moreno! É claro que a procura em El Chaltén é bem menor então você tem mais atenção e consegue ver as coisas com mais calma, sem aquele monte de gente na sua frente. Se eu tivesse tempo não perderia o passeio a El Chaltén de jeito nenhum e se voltasse provavelmente me hospedaria no mínimo uma noite por lá. Espero que vocês tenham gostado e no próximo post concluo as minhas dicas da cidade com uma dica ótima de restaurante!

23 abril 2014

PATAGÔNIA - DE EL CALAFATE A EL CHALTÉN

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El Chaltén é a cidade mais nova da Argentina, foi fundada em 1985 para manter a soberania da Argentina sobre territórios na disputada fronteira patagônica com o Chile, ela fica localizada nos pés do Monte Fitz Roy e  se tornou rapidamente a capital do trekking no país por oferecer diversas rotas, das mais leves as mais intensas, para o esporte.


Eu estava super empolgada para conhecer El Chaltén, pelas minhas pesquisas era um dos lugares mais bonitos que passaríamos na viagem e lá teriam algumas opções de trilhas legais e leves que eu e a minha família aguentaríamos fazer. Mas infelizmente no dia que programamos fazer o passeio o tempo amanheceu horrível, com o céu todo nublado, seguimos mesmo assim, na esperança do clima melhorar, mas não adiantou, só vimos o sol quando voltamos a nos aproximar de El Calafate, já no fim do dia. Por isso já adianto que nem de longe esse post mostrará a beleza dessa pequena cidade e sim será algo mais prático indicando como chegar lá e etc, mas não desanimem, procurem mais sobre El Chaltén e a visitem, mesmo com o tempo feio amei a cidade, então imagino o quanto ela deve ser incrível com um dia lindo de céu aberto!
Uma foto tirada do Google para vocês terem ideia da vista que eu perdi! 

Novamente, nós fomos com o carro alugado, e diferente do passeio a Torres del Paine, onde Ruta 40 é horrível, a viagem a El Chaltén de El Calafate é muito mais tranquila. A estrada foi asfaltada recentemente e está impecável, são pouco mais de 3 horas de viagem, mas que passam num estante enquanto admiramos a paisagem. 


No caminho fizemos uma parada no Parador La Leona, um café e hotel com mais de 110 anos, localizado exatamente no meio do caminho entre El Calafate e El Chaltén, que ganhou fama quando os lendários assaltantes americanos Butch Cassidy e Sundance Kid se refugiaram lá após roubar um bando em Rio Gallegos. Vale a parada e além de poder se esquentar com uma bebida quente, você ainda pode aproveitar o wifi grátis, que não sei como funciona - e bem - ali no meio do nada!





Continuamos a viagem para El Chaltén e nada do tempo abrir, essa estrada é considerada uma das mais bonitas do mundo, pois tem o Monte Fitz Roy ao fundo, mas infelizmente não conseguimos ver nada, apenas o lago Viedma e seus enormes glaciares beirando a estrada do lado esquerdo.



Ao chegar a El Chaltén percebemos que o clima lá é completamente diferente de El Calafate, lá quase não vemos turistas e sim muitos mochileiros e andarilhos cruzando a cidade com as suas enormes mochilas em busca da melhor trilha.  A cidade é pequena mas é uma graça, super encantadora, infelizmente só passamos meio dia lá, pois o tempo ruim acabou com os nossos planos, ficamos sem coragem de encarar uma trilha, por mais light que fosse, na chuva e no frio que fazia, fiquei morrendo de vontade de voltar e conhecer mais, principalmente em um dia bonito.






Visitamos algumas lojinhas com produtos típicos na rua central da cidade, mas como vimos que não teríamos muita opção do que fazer entramos na Patagônia Aventura para nos informar sobre os tours, ainda estava louca para fazer o trekking no gelo e tinha visto que ele também estava disponível no Glaciar Viedma, mas infelizmente não foi dessa vez, as vendas daquele dia já estavam esgotadas então acabamos optando por um tour de barco no Lago Viedma, que eu conto para vocês no próximo post!

Na volta o tempo começou a abrir e o visual da estrada ficou mais incrível ainda! Deixo algumas fotos pra vocês e no próximo post tem o nosso passeio pelo Lago Viedma!

 







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